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Uma briga entre facções no Centro Regional de Recuperação de Redenção (CRRR), no Pará, deixou três mortos e três feridos, na manhã deste domingo (12), segundo informação da Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe).

De acordo com a Susipe, o alvo era o preso Marco Aurélio Fileski, conhecido por Baiano. “Ele foi transferido da Bahia para Redenção, onde teria cometido homicídio, o que o levaria ao Tribunal do Júri, no próximo dia 14.
Segundo a nota divulgada pelo órgão, “Baiano” tinha suposto vínculo com a facção PCC e estava custodiado em uma cela isolada devido às ameaças recebidas.

 

 
As informações preliminares, dão conta que outros dois internos, identificados como Cícero Gomes Feitosa e Rai Souza Veiga, foram mortos e oferecidos como “brindes”, expressão usada entre os internos, quando um detento é executado para agradar uma liderança. Pois, um dos mortos era acusado da morte do irmão de um líder, que está custodiado no mesmo presídio. A Susipe informou também que cinco pessoas chegaram a ser feitas reféns, mas já foram liberadas.
Representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Promotoria de Justiça, o juiz da comarca e a diretores da unidade prisional participaram das negociações. “Ao encerramento dos atos, na tarde deste domingo, uma revista geral foi realizada e será aberto procedimento disciplinar penitenciário”, diz a nota.
 
 
 

O dia foi de manifestações pelo Brasil devido ao anúncio de cortes feito pelo governo Federal na semana passada das Universidades e Institutos Federais. Em Goiânia também houve manifestação, o grupo se reuniu na no início tarde desta quarta-feira (15/5) na Praça Universitária e por volta das 16h seguiu em uma caminhada para a Praça Cívica no Centro da capital.

O movimento reuniu na data de hoje estudantes de diversas instituições de ensino e também profissionais da educação. Entre eles representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Goiás (Sintego).

“Ele mexeu com as pessoas erradas, Ele mexeu com as pessoas erradas”, afirma um manifestante durante o protesto ao fazer críticas ao governo federal. Veja o vídeo: 

 

 

De acordo com os responsáveis pela manifestação em Goiânia, o ato reuniu mais de 25 mil pessoas na tarde de hoje.

Presente na manifestação presidente do Sintego afirmou que corte poderá trazer graves problemas

A presidente do Sintego, Bia de Lima participou do movimento e em um vídeo além de ser contra os cortes do governo Federal, cobrou o pagamento das progressões que não é pago a dois anos e do piso salarial aos professores ao atual governador Ronaldo Caiado. “Se o governo federal cortar o Fundeb nós teremos graves problemas, assim como terá a universidade se cortar os 30%, até corte de água e de luz”, declarou Bia no vídeo.

Veja o vídeo com as declarações de Bia de Lima: 

 

Além das Universidades e Institutos, escolas das redes estaduais e municipais fecharam as portas na data de hoje, em apoio ao movimento. Conforme divulgado pelo sindicato, cerca de 80% da rede estadual de ensino ficou sem aulas na data de hoje, o número de escolas fechadas na rede municipal chega a 70% do total que há em Goiás.

Segundo Bariani, a arborização de Goiânia só começou na década de 50. Como o cerrado era desvalorizado no início, os moradores traziam espécies exóticas para a capital, como os flamboyants.

Ao longo dos anos, mais espécies importadas foram plantadas. A Associação dos Amigos do Bosque dos Buritis, por exemplo, plantou 7 mil mudas de árvores como mogno, pau-ferro e pau-brasil na década de 1980.

De acordo com Bariani, pelo menos duas árvores resistiram à construção da capital. Uma se trata de um ipê amarelo, que fica no pátio da sede do Corpo de Bombeiros de Goiânia. Já a outra é um jatobazeiro que fica na Avenida Anhanguera, no Setor Oeste.

 
Só há duas unidades de sapucaia em Goiânia, sendo que uma fica no Parque de Exposições Agropecuário, no Setor Nova Vila — Foto: Ormando Pires/ Agência Municipal do Meio AmbienteSó há duas unidades de sapucaia em Goiânia, sendo que uma fica no Parque de Exposições Agropecuário, no Setor Nova Vila — Foto: Ormando Pires/ Agência Municipal do Meio Ambiente

Só há duas unidades de sapucaia em Goiânia, sendo que uma fica no Parque de Exposições Agropecuário, no Setor Nova Vila — Foto: Ormando Pires/ Agência Municipal do Meio Ambiente

 

Veja curiosidades sobre árvores em Goiânia:

 

 

  • Goiânia tem mais de 300 espécies nativas e exóticas.
  • Espécie mais rara: sapucaia. Só há duas unidades, sendo que uma fica no Parque de Exposições Agropecuárias, no Setor Nova Vila.
  • Árvores mais comuns: monguba, ficus, sibipiruna, sete copas, ipê e oiti.
  • Árvores nativas mais antigas: ipê amarelo e jatobazeiro.
  • Árvores importadas mais antigas: flamboyant, gameleira e mongubas.
  • O Parque das Laranjeiras e o Setor Jaó são os mais arborizados.
  • O Setor Campinas, primeiro bairro de Goiânia, é o mais devastado da cidade.

 

 
O Setor Campinas, primeiro bairro de Goiânia, é o mais devastado da cidade — Foto: Reprodução/TV AnhangueraO Setor Campinas, primeiro bairro de Goiânia, é o mais devastado da cidade — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O Setor Campinas, primeiro bairro de Goiânia, é o mais devastado da cidade — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A CDH (Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa) do Senado Federal aprovou nesta terça-feira (14) o projeto que obriga presos a ressarcirem os gastos do Estado com sua manutenção dentro da cadeia. De autoria do ex-senador Waldemir Moka (MDB-MS), o PLS 580/2015 altera a Lei de Execução Penal.

 
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O texto aprovado chegou a ser analisado no plenário do Senado no último dia 7, mas foi remetido à CDH a pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Agora, a proposta será novamente submetida à análise dos senadores em plenário e, se aprovada, segue para a Câmara dos Deputados.

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O receio de alguns parlamentares era de que a imposição do pagamento levasse o apenado a trabalhos forçados ou piorasse a situação dos condenados endividados na sua reintegração, já que poderão estar com uma dívida elevada em seu nome.

No colegiado, a proposta recebeu voto favorável, em forma de substitutivo, da senadora Soraya Thronicke (PSL-MS). Ela acatou emenda sugerida no plenário pelo senador Humberto Costa (PT-PE), para tratar da situação do preso provisório.

A senadora concordou com a visão de que a ausência de uma sentença definitiva deve impedir os ressarcimentos. Nesses casos, as quantias recebidas pelo Estado serão depositadas judicialmente, e deverão ser revertidas para o pagamento das despesas de manutenção somente no caso de condenação final. Em caso de absolvição, os valores depositados serão devolvidos ao preso.

Prazos

 

Soraya introduziu ainda um teto no desconto das despesas com a manutenção do preso, caso ele não tenha condições de arcar com todos os custos. Nestas situações, o abatimento será fixado em até um quarto da remuneração recebida por ele.

Também buscando atender detentos sem condições financeiras, a autora do substitutivo sugere a suspensão da exigibilidade do débito por até cinco anos, aguardando uma eventual modificação da condição econômica do devedor, extinguindo-se a obrigação após este prazo.

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A parlamentar declarou estar ciente de que nem sempre o Estado terá condições de prover oportunidades de trabalho para os encarcerados. Nestes casos, não deve então exigir que o detento sem recursos financeiros arque com os custos de sua manutenção.

Com as exceções dos presos provisórios e dos sem condição econômica, o substitutivo mantém a ideia original da proposta, prevendo o ressarcimento obrigatório ou o pagamento por meio de trabalho para aqueles que não possuírem recursos próprios. O preso que tiver condições financeiras, mas se recusar a pagar ou a trabalhar será inscrito na dívida ativa da Fazenda Pública.

O texto mantém parcialmente emenda proposta por Simone Tebet (MDB-MS), para prever que o preso com condições financeiras que ainda tiver restos a pagar por seus gastos seja inscrito na dívida ativa ao ser posto em liberdade.

O policial civil Aluísio Araújo de Paula Frazão, de 54 anos, acusado de matar a mulher, Renata Georgiane Souza Leite, de 32, enfrenta júri popular nesta terça-feira (14), em Goiânia. O crime ocorreu em 2013. A sessão ocorre após dois adiamentos, ambos motivados pela ausência do réu, que justificava as faltas por meio de atestados médicos e da constituição recente de advogados.

O julgamento é presidido pelo Jesseir Coelho de Alcântara. Aluísio responde por homicídio qualificado por motivo fútil. A vítima foi assassinada com um tiro a queima-roupa na boca.

O promotor de Justiça Maurício Gonçalves de Camargos disse que vai sustentar a condenação por homicídio doloso, que é quando há a intenção de matar. "Temos várias provas, a confissão de autoria, o laudo, o confronto microbalístico, o tiro de encosto. Vou provar que o disparo foi um ato voluntário", afirma.

Já o advogado do réu, Thales Jayme, reconhece a autoria, mas vai trabalhar por uma absolvição, alegando que o tiro foi acidental.

"Foi uma fatalidade por conta de imprudência. O disparo foi acidental. Se os jurados não entendem assim, vamos tentar desqualificar o homicídio doloso para culposo. E ainda podemos mencionar homicídio privilegiado, provocado por violenta emoção", destaca.

 
Renata Georgiane Souza Leite foi morta em 2013 — Foto: Sílvio Túlio/G1Renata Georgiane Souza Leite foi morta em 2013 — Foto: Sílvio Túlio/G1

Renata Georgiane Souza Leite foi morta em 2013 — Foto: Sílvio Túlio/G1

Alguns familiares da vítima compareceram à sessão vestindo camisetas com a foto de Renata estampada. A tia dela, Delma Souza, diz que o policial é culpado e deve pagar pelo que fez.

"Queremos a vitória, queremos justiça. A família ainda está muito abalada. Não temos dúvida que ele tinha a intenção de matá-la", desabafa.

 
Delma Souza cobra punição pela morte da sobrinha, Renata Georgiane — Foto: Sílvio Túlio/G1Delma Souza cobra punição pela morte da sobrinha, Renata Georgiane — Foto: Sílvio Túlio/G1

Delma Souza cobra punição pela morte da sobrinha, Renata Georgiane — Foto: Sílvio Túlio/G1

 

Remarcações

 

O júri foi marcado inicialmente para o dia 29 de novembro do ano passado. Porém, como o policial não compareceu, a sessão foi remarcada para o último dia 14 de março, quando Aluísio também não foi. Em ambos os casos, ele alegou estar doente e apresentou atestados.

Na segunda falta, o juiz decretou a prisão dele, cumprida no dia 19 de março. Ele segue no presídio desde então.

 

Crime

 

Segundo a denúncia, Renata foi assassinada no dia 5 de maio de 2013, na casa onde o casal vivia, no Parque Amazônia.

O Ministério Público apurou que, naquele dia, os dois beberam e houve uma briga sobre uma possível separação. Durante a discussão, conforme a denúncia, Aluísio pegou uma arma, atirou na mulher e fugiu em seguida.

A investigação apontou que o casal vivia um relacionamento conturbado e já tinham se separado e reatado algumas vezes.

Veja outras notícias da região no G1 Goiás.

Diante da pressão e da continuidade da crise financeira em Goiás, o governador Ronaldo Caiado (DEM) parece não estar mais disposto a contar somente com a ajuda prometida pelo Governo Federal para a recuperação do Estado. Em entrevista ao programa Contraditório da TV Metrópole na noite da última segunda-feira (13/5), o chefe da Casa Civil, Anderson Máximo, confirmou que o governo já tem um “plano B” caso o socorro vindo Planalto venha a tardar.

Apesar da confirmação por parte do Palácio do Planalto de que o chamado Pacote de Equilíbrio Fiscal (PEF) será finalmente lançado nesta semana, a medida de socorro financeiro aos Estados ainda precisa passar pelo crivo do Congresso Nacional.

O PEF, que recebeu do governo o apelido de Plano Mansueto (em referência ao secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida), prevê a concessão de empréstimos com garantia da União (nos quais o Tesouro cobre eventuais calotes) no valor R$ 13 bilhões por ano. Questionado se o governo de Goiás possuía um “plano B” ou uma “carta na manga” caso o auxílio federal demorasse a chegar, Anderson Máximo confirmou que a estratégia, nessa hipótese, é recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).

 

O chefe da Casa Civil, uma das principais pastas do governo, ainda declarou que a situação do Estado ainda é alarmante e que Caiado tem feito uma minuciosa análise dos contratos do Estado, “realizando enxugamentos onde devem ser realizados” como uma das formas de fazer caixa. Questionado sobre o polêmico projeto do governo que cortava o benefício do Passe Livre Estudantil de mais de 60 mil estudantes, Máximo simplesmente confirmou o recuo: “O projeto já foi retirado”.

Ronaldo Caiado demonstrou impaciência com o Governo Federal para auxílio na recuperação econômica do Estado

O alinhamento ideológico e a proximidade entre Ronaldo Caiado e o presidente Jair Bolsonaro parecem não ter surtido muito efeito na prática. Em entrevista na rádio Sagres730 no início do mês, Caiado revelou-se impaciente com a demora da União de enviar ao Congresso o projeto da Lei de Equilíbrio Fiscal dos Estados. O governador revelou que reclamou diretamente ao ministro Paulo Guedes sobre a questão, pedindo celeridade no socorro financeiro.

Isso porque o Governo Federal havia prometido enviar o projeto no início de abril para votação até  o fim do mês. Entretanto, a promessa não foi cumprida. O lançamento da medida só foi confirmado ontem (13/5) pelo Palácio do Planalto, mas precisará ser aprovado pelo Congresso Nacional para entrar em vigor.

Negligência foi o motivo da morte de Antônio Marques*, de 29 anos, preso da Casa de Prisão Provisória (CPP), do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. É o que afirma Marta Alcântara*, esposa do detento que morreu no último dia 14 de abril, após contrair tuberculose no local. Segundo a mulher, o reeducando apresentou os primeiros sintomas da doença há cerca de quatro meses. Febre, tosse, falta de ar, dor no peito e insuficiência urinária. No entanto, atesta ela, todas as vezes que o marido era levado para o Pronto-Socorro da unidade prisional, o diagnóstico era o mesmo: gripe.

“Não fizeram nenhum exame e sempre afirmavam que ele estava gripado, que era frescura dele e que meu marido estava bem”, disse. Sem assistência necessária, Antônio apresentou piora no quadro clínico. Ao perceber a situação do esposo, Marta solicitou ao Ministério Público, no dia 29 de março, atendimento médico com especialista visto que o homem não obteve melhora dos sintomas durante tratamento oferecido pela unidade de saúde da CPP.

Apesar da solicitação, o detento não foi liberado. Segundo relatos da mulher, o promotor Marcelo Celestino fixou o prazo de 48h para respostas tanto sobre o estado de saúde do preso, quanto para encaminhamento para atendimento médico especializado. Novamente, conforme Marta, o pedido não foi atendido.

Marta conta que ficou perplexa durante a última visita realizada ao marido, no dia 4 de abril. “Ele estava roxo, com febre alta, muita tosse. O estado de saúde dele era deplorável”, lembra. Ao se deparar com a situação, a mulher comunicou a advogada de defesa do esposo. “Pedi para ela ir lá para ver se conseguia a liberação médica. Somente no dia 11 de abril é que ela conseguiu a transferência dele para a unidade de saúde”.

Descaso

Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), do Parque Flamboyant, o sofrimento vivenciado pela mulher e o marido foram semelhantes ao já ocorrido na cadeia. “Primeiro que nem fui comunicada sobre a transferência. Quando eu ligava na unidade prisional era comunicada que ele estava em saída médica. Se a advogada não tivesse me informado, a direção só iria me ligar para informar que ele havia morrido”, relata.

De acordo com Marta, ao chegar no local da internação, ela se deparou com mais descaso. “Ninguém me informava nada sobre o estado dele. Os agentes falavam que não poderia falar porque não tinham permissão”, lembra. No entanto, apesar da proibição dos agentes, um médico da unidade informou que o marido da mulher apresentava quadro gravíssimo de tuberculose.

Devido ao estado de saúde precário, o homem precisou de uma vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Porém, por não conseguiu internação por falta de leito. “Eu tentei tirar ele de lá e colocar em uma rede particular, mas não deixaram. A situação foi essa: o estado não ajudou e eu não pude ajudar”, lamenta.

Ainda segundo a mulher, a morte de Antônio poderia ter sido evitada se o atendimento não tivesse sido negligenciado. “O médico me disse que se ele tivesse recebido tratamento antes poderia estar vivo. Ele chegou na UPA com o pulmão em situação precária. Não havia nada a ser feito. A direção da CPP deixou meu marido sair para receber atendimento só para escapar da culpa”, criticou.

Mais Goiás tentou contato com a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), mas não obteve retorno. O espaço está aberto para manifestação.

ministro da Justiça Sérgio Moro disse, nesta segunda-feira (13) ao Ric Mais Notícias, que não aceitou a chefia da pasta em troca de uma cadeira no STF (Supremo Tribunal Federal). 

 

“Me sinto honrado com o que o presidente falou. Mas assim, não tem a vaga no momento. E quando surgir a vaga o presidente vai avaliar se manterá o convite, e eu vou avaliar se aceitarei o convite, se for feito, evidentemente. Então não é uma coisa que hoje se encontra na minha mente. Meu trabalho hoje é desempenhar minhas funções dentro do ministério, e fazer um bom trabalho na área de justiça e segurança pública”, afirmou Moro.

No domingo (12), o presidente Jair Bolsonaro disse que Moro será o indicado para a próxima vaga do STF que ficar disponível. Isto provavelmente acontecerá em novembro de 2020, com a aposentadoria do ministro Celso de Mello.

 
 
 

Para Bolsonaro, Moro tem qualificação e que tem um acordo com ele. “Eu fiz um compromisso com ele. A primeira vaga que tiver lá, estará à disposição (dele)”, disse.

Moro disse também que foi convidado para chefiar o ministério e que aceitou. "Não houve estabelecimentos de condições: ah eu só vou se me convidar para ir para o supremo depois… não teve nada disso. Isso até seria inapropriado“, afirmou.

Um homem que pescava em uma represa de Goianésia, município a 175 quilômetros de Goiânia, acabou encontrando, infelizmente, outra coisa maior e mais chocante além de peixes no início da manhã do último domingo (12/5). O homem, que estaria no local arrumando iscas para a pescaria acabou se deparando com um corpo já em estado de decomposição boiando na água.

Conforme informações adiantadas por um veículo da região, o corpo foi encontrado na Chácara do Carucho, região sul da cidade. O pescador, que estava arrancando minhocas no local, acionou o Corpo de Bombeiros ao fazer a descoberta do cadáver. A corporação, por sua vez, amarrou o corpo junto à margem e acionou a Polícia Civil, que ligou para a Polícia Técnico-Científica para que uma perícia fosse realizada.

Posteriormente, o corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) que fará exames no intuito de descobrir a causa morte. Entretanto, tudo indica que a morte tenha sido provocada por afogamento.

 

Ainda segundo o jornal local, o IML fará ainda exames cadavéricos no sentido de identificar a vítima, uma vez que nestes casos, como o corpo já estava em avançado estado de decomposição, apenas o reconhecimento de supostos familiares não é o suficiente. Ainda há a informação de que existe um morador da região que está desaparecido desde a noite de quarta-feira (8/5).

O jornal conta também que familiares desta suposta vítima estiveram no local alegando ser o desaparecido, no entanto, a real identificação da vítima só acontecerá após a realização dos exames.

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A primeira hipótese sobre a identidade do corpo encontrado é que este trata-se de José Lino Rodrigues, de 47 anos, morador da Rua 27 Sul, Bairro Eurípides Barsanulfo. A última vez que ele foi visto teria sido na quarta-feira no período noturno. Porém, nem a Polícia Técnico-Científica e nem o IML confirmaram sua real identificação. O corpo deverá passar por exames de Papiloscopia, ou até mesmo de DNA, caso não haja a identificação na primeira opção.

Valeu a pena para o policial militar de Goiás Júlio César Ferreira Júnior e para os amigos que acreditaram nele. O soldado mobilizou os goianos e conseguiu viajar para um curso do grupo de elite da polícia americana, a Swat, nos Estados Unidos. E de lá, no Texas, Júlio contou, através de um vídeo, que ficou em primeiro lugar no treinamento, recebendo uma medalha.

"Eu quero avisar para vocês que fui agraciado com o primeiro lugar no curso. Que Deus me abençoou. Eu estou muito feliz por poder representar nosso estado e o povo do nosso país. Tenho muito que agradecer a Deus e a cada um que me ajudou”, disse Júlio, que se destacou também como o melhor atirador.

 
Júlio César Ferreira Júnior é soldado da PM em Goiás e foi convidado para curso no grupo de elite dos EUA  — Foto: Reprodução/Arquivo PessoalJúlio César Ferreira Júnior é soldado da PM em Goiás e foi convidado para curso no grupo de elite dos EUA  — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Júlio César Ferreira Júnior é soldado da PM em Goiás e foi convidado para curso no grupo de elite dos EUA — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Segundo o soldado do Comando de Operações de Divisas (COD), foram mais de 20 dias de treinamentos.

“Foram dias intensos, dias de treinamento duro, aonde eu pude realmente aprender muitas cosias, muitas técnicas, conhecer as novas tecnologias, as novas tendências, para questão de armamento e resgate de reféns. Creio que todo esse treinamento será bastante proveitoso ”, contou Júlio.

O soldado também fez questão de ressaltar que no curso encontrou também uma goiana. Deisy Ribeiro Nunes Campos é pedagoga e instrutora da Guarda-civil Metropolitana da capital. Ela foi a única mulher a participar desse treinamento.

O soldado volta para o Brasil no próximo dia 18, mas para conseguir chegar até ao EUA e se manter durante os dias de treinamento, precisou conseguir R$ 15 mil para custear as despesas. Diante disto, os colegas dele COD realizaram uma campanha para arrecadar o valor.

 
Júlio se destacou no curso também como melhor atirador — Foto: Reprodução/Arquivo PessoalJúlio se destacou no curso também como melhor atirador — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Júlio se destacou no curso também como melhor atirador — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

 

Convite para o treinamento

 

Júlio é soldado da PM há cinco anos e criou o Projeto Kalunga, um programa social que atua em uma comunidade Quilombola com o objetivo de combater a exploração sexual infantil e uso de drogas no município de Cavalcante, região nordeste do Estado.

O projeto, que já tem quatro anos de existência e conseguiu atingir cerca de cinco mil famílias da região, rendeu o convite a Júlio para o treinamento no grupo de elite dos EUA.

Pelo Kalunga, Júlio, juntamente com outros dois policiais, foi homenageado em São Paulo com a medalha de mérito da Organização Nações Unidas.

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